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quinta-feira, 30 de maio de 2013

30/05/2013

Doce entardecer...
Quantas delícias a oferecer?
Quão glamorosa é a simplicidade
Do querer, sem ter, ater a distância?
E perecer às loucuras?


Ó, doce entardecer...
Por que não me respondes
A angústia e o bel-frenesi
Causado pela saudade
Que me consome de injúria?

Caro entardecer, não tarde!
Não me falhe a inconstância
Palpitar deste acelerado, ó, dor!
Aniquila a ânsia minha
E me permita deleitar o estupendo Amor!

Lelo Mendes - 16:37h - 16:45h

quinta-feira, 16 de maio de 2013

AOS JOVENS, IDOSOS E TODOS OS QUE CONSOMEM SEUS PRÓXIMOS E NÃO SE PERMITEM, EM HIPÓTESE ALGUMA, SEREM CONSUMIDOS (NEM PELO BONDOSO DEUS!!!!


AOS JOVENS, IDOSOS E TODOS OS QUE CONSOMEM SEUS PRÓXIMOS E NÃO SE PERMITEM, EM HIPÓTESE ALGUMA, SEREM CONSUMIDOS (NEM PELO BONDOSO DEUS!!!!)

Cancele um pouco esse drama [do cotidiano, da estagnação, do querer compulsivo de estar na defensiva, de ser o COITADINHO SEMPRE, de não admitir, sequer, o próprio erro!!! Muitos já os vêem e você, caríssim@, não se permite!], pois uma coisa é se falar sobre tudo e outra coisa é desmedir palavras que soam como ofensa [é tão bom quando soltamos as farpas e esquecemos de refletir se um simples "algodão" não estaria embebido de veneno...]. Se fui fraco, um dia, por ter permitido alguém me fazer sofrer, não te cabe ficar relembrando de momentos ruins [passados por mim, pela fraqueza, nem Deus, que é o único Senhor do passado e futuro, faz isso!!], pois tenho q ser diferente, tenho que perdoar [aos que permiti que me ferissem] para seguir em frente; e é assim que tem que ser com os seres humanos! Tem que existir isso. Estou percebendo que você não tem lido com sabedoria as palavras, mas que tem tomado do jeito que lhe cabe para tangenciar essas interpretações dramáticas, como se houvesse um crápula ao invés de um amigo [muitas vezes para chamar atenção, muitas vezes por não admitir que precisa de ajuda, muitas vezes, até, para que alguém brigue com você, tudo isso pela necessidade compulsiva de se sentir amado! É preciso Amar para ser amado, e não o contrário!]. Por que estou falando isso? Simples! Porque, na mesma medida que você cobra de mim achar que éramos amigos a ponto de falar sobre qualquer coisa, você mesmo não dá o espaço magnífico que existe entre amigos que tem autoridade suficiente para dizer o que pensam! Exatamente: verdadeiros amigos contam coisas, pedem que coisas não sejam feitas pelo simples fato de existir amor (Philia) entre ambos! É um gesto de nobreza fazê-lo, pois é um meio de aflorar uma amizade repleta de respeito, já que, como aprendi com a essência, um amigo não quer sofrer injúrias de outro amigo... isso não é verdadeiramente amizade.
Agora, torno a perguntar: FUI CLARO??
Agora, mais uma vez, pergunto: Precisa desse drama? Alguns me chamam "Fortaleza", mas precisam aprender que esse lindo dom está no espírito de todos, mas eu também tenho coração, sou humano, somos frágeis (meu coração e eu!) e também necessitamos compreensão! O que mais tenho visto nas pseudo-amizades que de mim se aproximaram foi uma tonelada de anseios, desejos humanos, quereres baseados na carne e no benefício próprios e nenhuma reciprocidade de compreensão! Tenho percebido que o mundo capitalista, novelista, sensacionalista tomou conta da consciência desse povo medíocre (no sentido etimológico da palavra e, enquanto acadêmico da área de Letras, sempre utilizarei do sentido REAL das mesmas), que não sai de cima do muro e vive às custas do que é imposto e, ainda, não têm qualquer poder de reflexão, logo, não sabem o que é, deveras, uma amizade, quanto mais... o amor.
Veja, veja quantas coisas em tão pouco... veja o quanto Deus tem-me feito refletir, quanto tenho estado sozinho com Ele em preces e nas missões... ontem, antes do anoitecer, percebi que estou como Maria, que chamamos "Virgem do Silêncio", serva fiel que dedicou sua vida, pelo silêncio, aos desígnios de Deus... Estou em silêncio, pois o que está dentro de mim são os gritos que Deus mesmo está me ajudando a construir...
Não falo de poesia, mas falo do que o Paráclito está construindo: verdadeiro templo, verdadeira morada de Si...
E isso é alguma exclusividade deste pobre pecador? É algo que me cabe, unicamente? Não... É o que Deus oferece diariamente e... não... nos... damos... conta... E são muitas as missões... são inúmeros os missionários... mas... "A MESSE É GRANDE E OS OPERÁRIOS SÃO POUCOS"... Portanto, o que de Deus é perene em sua vida? O que, de Deus, não é incógnita, mas discernimento por tê-Lo escutado no silêncio?? O quanto de Deus não são apenas palavras pré-programadas, automatizadas, isentas de essência, livres da moção do Espírito? Estamos vivenciando o Pentecostes (a preparação para receber a efusão no domingo iminente) realmente? E o quanto deste mesmo Paráclito está presente em nosso cotidiano?? O que se passa consigo, amig@? E nós, missionários, o quanto de Deus, tanto proferido pelas palavras, está repleto de suma essência? O quanto não são, apenas, vis palavras repetidas por um e por todos? Robôs?? Automatizações?? E a moção do Espírito?? E a farsa dessa falsa experiência com Deus, o que dizer dela??
Deus é tão generoso que nos mostra a resposta para cada uma das indagações e perguntas sem fim: SÃO AS ATITUDES QUE MOSTRAM A VERDADEIRA AÇÃO DE DEUS NO SER HUMANO, POIS AS PALAVRAS FAZEM PARTE DO DOMÍNIO DO INTELECTO, NÃO DA SABEDORIA [já que o SILÊNCIO é o maior dos dons da Sabedoria, que é dom do Espírito Santo, e via-mor para o divino diálogo com Deus...].

Tenham, todos, um santo dia! Repleto do Espírito de Deus e dos dons do Paráclito!!
Graça e paz a todos!!