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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Amor, sublime amor...


Essência tenra da vivacidade
beleza suprema do consolidado
destreza pura em realidade
do sentimento, aqui, eternizado...

Da angústia da saudade infindável,
Pela dor da distância persistente,
Há a certeza do que é presente:
A graça da dádiva do que é inefável...

Ciente da virtude que não à esmo
Se destoa da proferida lítera, em si
Faz torpor pela bel-antologia, sedutor

Ante a alma que se esfacela em frenesi
Pelo viver não passional, eis o mesmo:
Da ontologia, ego sunt, em ti, o bel-amor...

22/11/2012

A mando...


Amando... 
A mando do coração,
da alma em tenra emoção,
repleta de tudo e de nada:
de tudo que é maravilhoso
e de nada que nos impeça 
de viver tão esplendoroso 
sentir... amar sem desavença.

E, a mando, que é bom,
do bom que é, amando
devendo seguir... seguindo
o que não se faz ordenando,
já que é por si que faz a alma
seguir o que sente, feito dom,
certeza do que é, pela calma,
perfeitos acordes, belo som...

26/11/2012